19 outubro, 2010

19-10

Às vezes chego a casa, espero que o portão se feche antes de abrir a garagem com aquele receio que ele fuja. Outras vezes, estou a subir as escadas e sinto aquela sensação de que ele vai estar do outro lado da porta à minha espera. Depois percebo que é assim que ele vai estando comigo sem estar.

Hoje estava a sair do café e quase que tropeço num pequenote, preto e irrequieto. Baixo-me para lhe fazer umas festinhas, meto-lhe a mão na boca e ele as patas na minha mão. E percebi as saudades que tinha disso ... e as saudades que tenho dele. Hoje mais um bocadinho porque faria anos.

3 comentários:

Catarina disse...

Deste cabo de mim..............

Raquel disse...

:( e :)

M.ª Fernanda disse...

Dianita, identifico-me tanto, mas tanto, tanto...