Nunca aqui explorei o nome que ilustra este blogue – PENSATEMPOS.
Uma mistura de pensamentos com tempo em forma de passatempo.
Que é o que no In Pensatempos pretendo: pensamentos que exigem tempo.
Obviamente que não é uma palavra minha … [Quase que sou dotada de tal genialidade! Mas um dia quando for grande quero saber cozinhar assim as palavras]. Pedi emprestada ao Mia Couto (como diz a Raquel, o nosso Mia).
Hoje comprei o novo livro dele* [este e mais oito – eu sei que perdi a cabeça mas pelo menos fiquei satisfeita! Antes em livros do que nuns sapatos que dificilmente volto a usar – como acontecem com os sapatos dos casamentos – certo?].
Não resisto em deixar aqui um bocadinho do que já li …
"A esperança é a última a morrer." Diz-se. Mas não é verdade. A esperança não morre por si mesma. A esperança é morta. Não é um assassínio espectacular, não sai nos jornais. É um processo lento e silencioso que faz esmorecer os corações e envelhecer os olhos dos meninos e nos ensina a perder crença no futuro.
In "E se Obama fosse africano? e outras interinvenções ** "
* Leninha, rói-te de inveja rói ... eu e a Raquel já temos e tu não! nhe nhe nhe nhe nhe
"A esperança é a última a morrer." Diz-se. Mas não é verdade. A esperança não morre por si mesma. A esperança é morta. Não é um assassínio espectacular, não sai nos jornais. É um processo lento e silencioso que faz esmorecer os corações e envelhecer os olhos dos meninos e nos ensina a perder crença no futuro.
In "E se Obama fosse africano? e outras interinvenções ** "
* Leninha, rói-te de inveja rói ... eu e a Raquel já temos e tu não! nhe nhe nhe nhe nhe
** E desculpem o meu entusiasmo mas ... este senhor é genial com as palavras!






